"A terra está viva e o homem a machuca"
   Isso te incomoda??



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 20h25
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   Essa é uma nítida imagem que retrata bem nosso lixão!



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 20h20
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   Veja até onde uma pessoa pode ir

Veja até onde uma pessoa pode ir

 

Com a intenção de fazer um bom trabalho, nós da turma EM33, visitamos alguns bairros da cidade de Eunápolis para mostrar a situação que se encontram com relação ao lixo.

Veja o nosso percurso: Feira do Buero, Centauro, Pequi, Lixão.

O que encontramos foi: lixo e mais lixo espalhados pelas ruas que estão sem saneamento básico e com a habitação de urubus.

Você deve estar se perguntando: “ Mas a prefeitura não deveria minimizar está situação?”. Respondemos que sim, deve-se ter coleta todos os dias e para todos os bairros. Mas agora quem faz a pergunta somos nós: ”A população faz a sua parte?”. Isso é de fato intrigante, pois vimos que a comunidade joga o lixo na rua, e são os mesmos que reclamam.

Mas, o lixo recolhido nas ruas, você sabe para onde ele vai?

Vai para o chamado “lixão”. Estivemos lá, vimos à humilhação da população que mora naquela redondeza. Vimos pessoas em busca de restos de alimentos e de alguns objetos que possam ser vendidos. Encontramos uma senhora que com o seu filho rondava por ali, estavam com dois carrinhos de mão cheios de entulhos, alegavam que com esse material iriam ganhar de R$ 2,50 à R$ 2,70, faziam isso uma vez por dia, diziam que não tinha opção.

Portanto, o lixo que produzimos é reutilizado por “aqueles que não tem opção” e, se não forem úteis, serão então à alimentação da NOVA POPULAÇÃO DE EUNÁPOLIS, OS URUBUS.

Pode parecer um exagero, mas para uma cidade como Eunápolis, porém, é o que realmente acontece, e vem acontecendo todo o dia, principalmente para aquela mulher.

O lixo é um problema difícil de resolver. Mas concluímos que a comunidade deve se mostra mais cidadã. Não fizemos isso para chamar a atenção dos políticos e, dizer que eles devem tomar uma atitude, fizemos na intenção de mostrar que você pode fazer a diferença.

PRESERVE O MEIO AMBIENTE!!

 

 

Feito por: Fábia e Ralliane

 

 

 

 



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 21h47
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   Viver do lixão está ficando mais difícil

Gleison Rezende

 

O lixão piorou. A construção é dos próprios badameiros (catadores de lixo), em Eunápolis. Segundo eles, anteriormente o lixo tinha mais variedadem mas hoje o material chega até lá somente depois de “garinpado” por catadores de rua e pelos próprios funcionários da limpeza urbana, que separam o papelão, alumínio e cascos de garrafa ainda durante a coleta.

            Vivendo desse trabalho há 19 anos, domingos Pereira Castro, 56, diz que “o lixo de hoje é pior que o de anos atrás”. Ele se recorda de quando era possível sustentar os seis filhos com mais fartura com as mesmas seis horas diárias de coleta. “Hoje, decaiu muito”, completa ele, apesar das 70 toneladas de lixo recolhidas diariamente, pela prefeitura. A cidade, de 85 mil habitantes, ainda não tem serviço de reciclagem de lixo, o que dificultaria ainda mais a vida dos badameiros.

            A realidade é a mesma para Ana Lúcia de Jesus Santos, 25 anos, casada, cinco filhos. Sua sobrevivência depende, em parte, daquilo que nem mesmo outros catadores acreditam que valha a pena separar. No lixão, ela sente o contraste provocado pelas embalagens atraentes dos produtos e sus falta de condições financeiras. “Eu não vou mentir; dá vontade de comer. A gente fica olhando para aquele negócio e não pode comprar”, confessa Ana Lúcia, referindo-se às caixas de chocolates, biscoitos e pizza espalhadas pelo chão.

            “Piorou 100%”, observa Marilene Rodrigues de Jesus, 42 anos. Segundo ela, a quantidade de lixo cresceu ao mesmo tempo em que o material aproveitável diminuiu. “Antes, rolava muito alumínio e outros materiais. Dava para levantar um dinheiro bom, mas agora é só mixaria”, conta Neto, 20 anos, sendo três como badameiro.  



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 22h40
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   CIDADANIA - Parte III

ONGs, Ambientalismo

 

            As organizações não governamentais, na área do ambientalismo, procuram contribuir para o desenvolvimento integral, participativo e ecologicamente sustentável da sociedade humana, buscando o fortalecimento da cidadania, a melhoria da qualidade de vida e a erradicação da exclusão. Muitas se dedicam à defesa de bens e direitos relativos ao meio ambiente, ao patrimônio cultural, aos direitos humanos e dos povos, produzindo estudos, pesquisas, projetos e programas que promovam a sustentabilidade socioambiental.

            A seguir, alguns sites e endereços eletrônicos de organizações que atuam na área de ambientalismo, gerando, executando e promovendo ações de conservações da natureza, buscando a melhoria da qualidade de vida, defendendo os remanescentes de florestas, conservando o patrimônio natural, histórico e cultural existentes nas regiões, buscando seu desenvolvimento.

·                    Fundações SOS Mata Atlântica / e-mails: smata@ax.apc.org e smata@sti.com.br

·                    ISA Instituto Socioambiental, site: www.socioambiental.org / e-mail: socioamb@ax.apc.org

·                    Movimento de organizações Comunitária (Moc) / e-mail: moc@gd.com.br

·                    Centro de Apoio aos Pequenos Empreendimentos Nisia Floreta (Ceape-RN) e-mail: ceapern@faz.com.br

·                    Centro dos trabalhadores da Amazônia (CTA) / e-mail: centro@mandic.com.br

·                    Coordenação Regional das Obras de Promoção Humana (croph) e-mail: croph@uol.org.br / fundação@fbpn.org.br

 

 

Fonte:

dos Santos, Alaíde

bosquilha, Alessandra

Sabino, Maria de Lourdes

Mega Estudante Cidadão 1ª edição

Edtora Rideel.

 

Por Marcela Fontes e Queila Nascimento.



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 22h35
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   O Lixo Eleitoral

A cada quatro anos há eleições municipais, vereadores e prefeitos são eleitos para solucionar os problemas da população e administrar a cidade, não é mesmo? bem, mas desde o inicio de suas campanhas formou-se um paradoxo: um dos maiores problemas de nossa cidade é o lixo e os nossos candidatos políticos sujam toda a cidade com suas propagandas.

A contradição de nossa política começa nas campanhas, Eunápolis é infestada de lixo com deficiências enormes na sua coleta e no seu destino que na maioria das vezes é jogado a céu aberto próximo de mananciais. Por todos estes problemas vivenciados pelos habitantes de nossa cidade, ao invés de eleições limpas e respeito às condições do nosso município os seus prefeituráveis impõem uma propaganda despejando milhares de panfletos e cartazes deixando as nossas ruas imundas.

O outono da poluição municipal ocorre a cada quatro anos, e assim como uma arvore nessa estação perde todas as suas folhas o pleito político também perde e fica só os caules, e as folhas? Elas são jogadas em nossas avenidas, detalhe, elas não entram em decomposição facilmente e também não é retirada de maneira instantânea.

Para conseguir ser eleito, vereador ou prefeito, os candidatos fazem suas campanhas poluindo nossas ruas, esquecendo da grave situação que o lixo representa para nós.Desse modo eles deterioram ainda mais o problema, demonstrando em suas campanhas eleitorais um reflexo do que irá ser suas gestões na câmara.

Por: Fábio Jozino, Bruno Ribeiro



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 11h06
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   Saiba o quanto esse projeto nos foi útil

Um projeto como este, desenvolvido pela turma em 33 do Cefet, e criado pela professora Naiaranize, é motivo de orgulho para toda a sociedade. Com um objetivo exemplar, ele conseguiu despertar nos alunos, e também na sociedade em geral, uma reflexão sobre o tema, tão íntimo de todos, mas muitas vezes esquecido, o Lixo em Eunápolis merece muito mais atenção de toda população, e claro, de nossos governantes.

Percebemos, ao desenvolver o projeto, o quanto nossa cidade necessita de coleta diária, maior consciência da população, educação doméstica mais ativa. Claro, não existe cidade limpa, sem populacão educada, verificamos o quanto a sociedade precisa refletir sobre o assunto, afinal, tem muita gente que sem perceber é responsável por muita sujeira em seu ambiente, seja ele escolar ou doméstico.

Fica aí o recadinho pra toda comunidade, exija de seus representantes, mas, também dê exemplo, eduque seu filho, ensine a ele o quanto ele pode ser útil em nossa sociedade, só pelo simples fato de conservar a cidade limpa. E também, que os dirigentes públicos percebam o quanto essa situação nos incomoda!

 

Por: Thayara São Leopoldo e Fábia Rodrigues



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 09h09
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   CIDADANIA - Parte II

ONGs

 

O Brasil possui uma das mais avançadas legislações na área de defesa do meio ambiente, embora muitos de seus princípios não sejam efetivamente cumpridos. A regulamentação legal brasileira abrange áreas como biodiversidade, florestas, clima e recursos hídricos, entre outras. De maneira geral, os ambientalistas avaliam que o país possui leis ambientais muito boas, porém muitas vezes o que está escrito não se concretiza na prática. Além disso, é notória a falta de uma fiscalização pública eficiente. Essa situação tem motivado o surgimento de um número crescente de organizações não governamentais,  mais conhecidas como ONGs. Muitas atuam na defesa dos direitos do cidadão e pressionam os poderes públicos no sentido de ser respeitada a legislação existente. Também atuam junto aos poderes legislativos (Federal, Municipal, Estadual) para obterem novas leis, sempre que uma situação concreta ambiental exigir, seja para prevenirem delitos, seja para punir os responsáveis pela degradação ambiental.

A promoção da cidadania e a defesa do meio ambiente são algumas das atividades realizadas por essas organizações não governamentais. São entidades sem fins lucrativos nem vínculo com governos, voltadas para a produção de bens e serviços públicos, como educação, saúde, atenção à criança e ao idoso, o meio ambiente, etc.

São consideradas por muitos como os mais ativos e eficientes canais para a participação da sociedade.

 

Fonte:

dos Santos, Alaíde

Bosquilha, Alessandra

Sabino, Maria de Lourdes.

Mega Estudante Cidãdão. 1ª edição - Editora Rideel.

 

 

Por Marcela Fontes e Queila Nascimento.



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 01h29
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   CIDADANIA - Parte I

Problemas Ambientais Urbanos

 

O cotidiano da população urbana, principalmente nas grandes metrópoles, está sujeito a graves riscos, que afetam a sua qualidade de vida e a saúde. Despejado sem tratamento em rios e córregos ou simplesmente deixado a céu aberto, o lixo contamina as águas, as áreas de mananciais e os lençóes freáticos.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), órgão da ONU, os dejetos domésticos são responsáveis pela maior parte da poluição das águas e apenas uma pequena parcela é de responsabilidade das indústrias. O monóxido de carbono (CO) emitido pelos automóveis tem sido o grande responsável pela poluição atmosférica nas grandes cidades, ocasionando uma série de males à saúde de seus habitantes.

A impermeabilização desordenada do solo e de rios e córregos é um dos fatores do aumento dos números de inundações. Com poucas áreas verdes preservadas, as cidades sofrem ainda com a elevação da temperatura e com a poluição sonora e visual.

Por isso, cidadãos mais conscientes, em geral pertencentes a Organizações Não Governamentais (ONGs) e ambietalestas têm precionado as autoridades públicas a elaborar programas de preservação e desenvolvimento sustentável específicos para as grandes metrópoles.

 

Fonte:

dos Santos, Alaíde

Bosquilha, Alessandra

Sabino, Maria de Lourdes.

Mega Estudante Cidãdão. 1ª edição - Editora Rideel.

 

 

Por Marcela Fontes e Queila Nascimento.



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 01h27
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   Educação e Concientização da População

O lixo é um tema que deve ser tratado dentro das casas onde cada um mora. São inúmeras as pessoas que ao sair da casa em seu veículo, degustando aquele bombonzinho joga sua embalagem nas ruas da cidade. Pode parecer insignificante, mas é assim que o lixo começa a aparecer. Claro que o poder municipal deve tomar decisões imediatas para a questão da limpeza da cidade, o que as pessoas devem saber é que cada um tem seu papel na limpeza, o que adianta poucos fazerem certo e a maioria fazerem errado. A educação vem de casa, é de lá que devemos nos comprometer a organizar o lixo, colocá-lo no lugar correto e procurar sempre uma lixeira ao invés de jogá-lo no chão.

Por Marcela Fontes, Joara Nascimento e Jeane Miranda.



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 00h38
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   Urubus nossos de todo dia

São Francisco de Assis diria a eles, bem a sua santa maneira: "Vinde a mim, irmãos urubus! Sim, precisamos vê-los com olhos mais compreensivos, menos preconceituosos. Carecemos de compreender-lhes a função na cadeia biológica.

Urubus se equadraram diariamente na janela da sala nas minhas antemanhãs eunapolitanas. Ao invés de sabiás, bem-ti-vis, beija-flores, o que vemos são grandes passaros pretos. Afinal, por q estão ali? Estão porque há grande concentração de lixo. Fruto do desmazelo humano, o lixo não atrai somente urubus, atraem ratos com inumeras doenças. A população deve consientizar-se do perigo em que ela mesma se impõe. Ensacar o lixo corretamente é uma boa iniciativa e depois coloca-lo em lugar correto para ser levado pelos funcionários da limpeza já melhoria alguma coisa.

Por Marcela Fontes, Joara Nascimento e Jeane Miranda. 

 



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 21h53
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A guerra que sempre recomeça

 

A guerra recomeçou no lixão.

Todos os dias ela recomeça.

Muitos ignoram sua proporção,

Que tanto mal faz à população.

 

No campo de batalha

Seres humanos lutam sob sol afinco,

Sem nenhuma arma,

Contra seu próprio destino.

 

No fim de cada combate

Eles se retiram por um flanco com vários fardos,

Que só lhes rendem poucos trocados.

 

No outro dia lá estão eles de novo no front

Novamente na guerra

Que sempre recomeça.

 

 

Por Flávio Messias C. Oliveira

 

 

O lixo na sociedade exclusiva

 

Ó lixo, por que tanto:

Sujas a nossa cidade?

Faz muitos chorarem de pranto?

Poucos rirem de felicidade?

 

Esses poucos a que me refiro são as autoridades,

E os muitos o resto da comunidade.

Aos primeiros não interessam mudanças no segundo,

E esses continuam em seu caos profundo.

 

Revirando todo o imundo lixão,

Pessoas se misturam com dejetos,

A procura de algo que supra sua falta de alimentação.

 

Esta é a vida na sociedade exclusiva,

Que empurra para suas margens aqueles que não têm oportunidade,

E só alguns conquistam o direito a ter dignidade.

 

 

Por Flávio Messias C. Oliveira

 

 

 

 

 



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 09h20
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A feira do lixo

 

A feira do centro de Eunápolis está completamente submersa pelo lixo proveniente de restos podres de frutas e verduras, partes de animais, como bois, porcos e peixes, que são descartados no processo de beneficiamento, e o esgoto que além de percorrer os arredores da feira também se infiltra em seu interior através de buracos no encanamento. Toda essa imundície provoca mal cheiro, proliferação de moscas e doenças e concentração de urubus, além de outros aspectos negativos.

Não é difícil imaginar a situação dos feirantes ao expor seus produtos à venda no meio de tanto lixo. Eles ficam constrangidos com o mau cheiro e a numerosa quantidade de moscas que infestam seu ambiente de trabalho. “Não tem como agüentar, o mercado está jogado às moscas”, diz um peixeiro em relação aos seus peixes expostos à venda e também às moscas.

No meio da feira há uma encanação de esgoto que a vários dias foi quebrada por ordem do atual prefeito da cidade, Gediel Sepúvida, para viabilizar uma obra de ampliação do mercado. Enquanto a obra não é realizada quem sofre são os vendedores que além de conviver com o lixo têm que suportar um esgoto ao ar livre.

Com tantas mazelas geradas pela sujidade é evidente que o ambiente da feira não se torne propicio à vendas e os consumidores prefiram outro lugar para fazerem suas compras, o que torna a vida do feirante ainda mais difícil.

O lixo do mercadão não é controlado e tudo o que é descartado na feira é jogado em suas proximidades causando a poluição desse ambiente. Vigilância sanitária não existe. A situação da feira é uma prova do descaso do poder público, que nada faz para reverter o quadro, e um reflexo da má administração da cidade de Eunápolis.

 

Por Flávio Messias C. Oliveira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 09h56
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   Constrangimento

A situação do lixo incomoda toda população eunapolitana, mas é motivo também de constrangimento para as pessoas que precisam (por falta de opção) exercer seu trabalho em lugares onde não há o mínimo de higiene.
A vergonha e a indignação pó de ser vista quando entrevistamos, com o objetivo de nos aprofundar no assunto, feirantes que atuam na feira do “bueiro”. Em um contraste visível entre vergonha da situação apresentada e indignação, até uma certa revolta com o descaso das autoridades.
Enquanto uma pessoa alega falta de preocupação dos políticos, outra afirma que a vigilância sanitária precisa se fazer mais atuante.
Esgoto a céu aberto, mosca sobre os alimentos, urubus cada vez mais próximos dos feirantes, afinal, o lixo os atrai, e segundo um feirante: - “Se não fossem os urubus pra nos livrar desse lixo, só Deus sabe!”.
Ou seja, além de incomodar a população em geral, o lixo, irrita também aqueles que precisam tirar seu sustento de um lugar que não os oferece o mínimo de dignidade.


(Por: Thayara São Leopoldo)


Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 19h50
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   A necessidade de educar

Que o lixo está invadindo a cidade, isso, todo mundo sabe, mas mesmo assim, as pessoas não deixam de jogar lixo no chão e em lugares indevidos, uma vez que é cômodo para essas mesmas pessoas sujarem e depois reclamar do prefeito.
A falta de educação ambiental é notada, claramente, quando em contato com alguns indivíduos que moram, ou trabalham, em lugares como o Bueiro. Depois de uma visita a esta feira, fica fácil dizer que essas pessoas precisam ser educadas, literalmente, já que são causadoras da imunda situação que ali se encontra.
Fazer um trabalho de conscientização, em lugares como esse, será um considerável avanço, pois segundo algumas pessoas residentes no Bueiro, a coleta é feita diariamente.

Por: Leile Daiane


Escrito por EM33-Cefet-BA/Uned-Eunápolis às 19h48
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